Atualmente muito se ouve sobre o autismo, se você busca conhecer mais sobre esse distúrbio, está no lugar certo. Vamos lá!
Tópicos do post:- O que é TEA?
- Quais suas causas
- Características
- Graus do autismo
- Diagnóstico e tratamento
TEA O QUE É?
O TEA (transtorno do espectro do autismo), ou apenas autismo, é um distúrbio do neurodesenvolvimento que se caracteriza pelo desenvolvimento atípico, que afeta as habilidades físicas, motoras de comunicação e interação social.
O termo “espectro” é utilizado para englobar situações e apresentações muito diferentes da condição, que vão de níveis leves a graves.
O autismo não é considerado uma doença muito menos mental, pelo fato de não possuir cura. Ao contrário disso, o autismo é um transtorno ou uma condição e pessoas com autismo não precisam ser curadas.
Vale ressaltar que, quanto mais cedo o diagnóstico, mais benefícios a criança terá em relação ao seu desenvolvimento e interações sociais. Além disso, o autismo tem mais probabilidade de se desenvolver em meninos do que em meninas.
Segundo estimativas da Organização das Nações Unidas (ONU), aproximadamente 1% da população mundial pode ter autismo.
Ademais, o Dia Mundial da Conscientização do Autismo é celebrado no dia 2 de abril, caso você ainda não saiba.
CAUSAS DO AUTISMO
As causas para o desenvolvimento do autismo ainda são um mistério. Entretanto, evidências científicas apontam que não há uma causa única, mas sim a interação de fatores genéticos e ambientais.
CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS AUTISTAS
Dificuldade na comunicação;
caracterizado por uso repetitivo da linguagem e dificuldade para iniciar e manter um diálogo.
Dificuldade na interação social;
como manter o contato visual, identificar expressões faciais e compreender gestos comunicativos, expressar as próprias emoções e fazer amigos.
Alterações no comportamento.
como manias, apego excessivo a rotinas, ações repetitivas, interesse intenso em coisas específicas e dificuldade de imaginação.
GRAUS DO AUTISMO
De acordo com a CID-11 (Classificação Internacional de Doenças – 11.ª revisão), hoje o autismo é classificado por níveis (ou graus) de 1 a 3, que variam e refletem na necessidade de suporte que uma criança necessita para se desenvolver.
• Nível 1: leve – necessidade de pouco apoio;
• Nível 2: moderado – necessidade moderada de apoio;
• Nível 3: severo – muita necessidade de apoio substancial
Com a mudança, o TEA passou a ser classificado de acordo com a necessidade de suporte de cada pessoa e a gravidade dos sintomas.
Ainda no DSM-4, manual anterior ao DSM-5 (que contém dados mais atualizados sobre o TEA), havia tipos de autismo, sendo divididos em:
• Autismo infantil;
• Síndrome de Asperger;
• Transtorno Desintegrativo da Infância;
• Transtorno Invasivo de Desenvolvimento Sem Definição Específica.
Foi a partir do DSM-5 que o autismo deixou de ser chamado de Transtorno Global de Desenvolvimento, e passou a ser chamado de Transtorno do Espectro do Autismo e passou a ser classificado em graus ou níveis e não mais em tipos.
DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO
Hoje, são considerados dois critérios para o diagnóstico. O primeiro é dificuldade na comunicação e interação social. O segundo critério envolve comportamentos restritos e repetitivos, como alguma rigidez cognitiva, ter que seguir uma rotina muito rígida senão a pessoa se desorganiza e seletividade alimentar, por exemplo”
Afirma a neuropediatra Christiane Cobas, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.
Os tratamentos indispensáveis incluem intervenções educativas, socioeducativas e reabilitativas. Há ainda o tratamento médico e psiquiátrico para as limitações funcionais e de linguagem, a agitação, a limitação motora e, como muitas vezes acontece, o tratamento de outro diagnóstico que pode vir acompanhado com o autismo, como o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).
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